segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Santa Margarida Maria Alacoque e a alma do purgatório


“Estava diante do Santíssimo Sacramento e, de repente, apareceu à minha frente uma pessoa toda em fogo. O seu estado lamentável fez-me compreender claramente que se encontrava no purgatório e verti abundantes lágrimas. Disse-me que era a alma do monge beneditino que tinha ouvido a minha confissão e me tinha permitido ir comungar. Por esse motivo Deus tinha-lhe concedido o favor de poder dirigir-se-me, para que lhe adoçasse a pena. Pediu-me que oferecesse por ele, durante três meses todas as minhas obras e o meu sofrimento. No fim de três meses, vi-o inundado de alegria e de esplendor: ia gozar a felicidade eterna. Agradeceu-me dizendo que velaria por mim junto de Deus”.
(Santa Margarida Maria Alacoque (1647 — 1690) escreveu na sua autobiografia, edição de 1920, pg 98)

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