sábado, 6 de fevereiro de 2016

Frases de Santos sobre o Carnaval



Santa Catarina de Senareferindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”



São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
 São Francisco de Sales dizia: “O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”.


Jesus disse à Santa Gertrudes de Helfta, 1302 “Se desejas aliviar minha dor, deves suportar uma dor e colocar-te à minha esquerda”... "meu coração como figura visível do meu amor pelos homens. Agora dou Minha face como figura visível da minha dor pelos pecados da humanidade... quero a comunhão reparadora na terça-feira do carnaval”.
À Santa Maria Cecília, +1929, Jesus disse: “O mundo ofende-me (no carnaval). Os religiosos esquecem-me... sua piedade é superficial... seu amor, sem profundeza. Sou tão sensível a um amor desinteressado!” “Procuro amor . Sou tratado como um ser ausente ... Deixa-me dar-te todo o meu amor. Tenho necessidade de dar-me todo inteiro ”
O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
(São Vicente Ferrer)
Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto, os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles o trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer e por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes”

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